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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Piadinha: Secretária Eletrônica Centro de Saúde Mental

Gravação na secretária eletrônica do Centro de Saúde Mental:


“Obrigado por ligar para o Instituto de Saúde Mental , sua mais saudável companhia em seus momentos de maior loucura.
- Se você é obsessivo e compulsivo pressione 1, repetidamente.
- Se você é dependente, peça a alguém que pressione o 2 por você.
- Se tem múltiplas personalidades pressione o 3,4,5, e o 6.
- Se você é paranóico, sabemos quem é você, o que faz e o que quer. Espere na linha enquanto rastreamos sua chamada.
- Se você sofre de alucinações, pressione o 7 e sua chamada será transferida para o Departamento de Elefantes Cor de Rosa ..
- Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente e uma vozinha lhe dirá que número pressionar.
- Se você é depressivo, não importa que número disque. Ninguém vai responder.
- Se você sofre de amnésia, pressione o 8 e diga em voz alta seu nome, endereço, número da carteira de identidade, cic, data do nascimento, estado civil e o nome de solteiro de sua mãe.
- Se você sofre de stress pós-traumático, pressione lentamente a tecla # até que alguém tenha piedade de você.
- Se sofre de indecisão , deixe sua mensagem logo que escute o bip… ou antes do bip….. ou depois do bip… ou durante o bip… De qualquer modo, espere o bip…
- Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. – Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. – Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. – Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9.
- Se tem baixa auto-estima, por favor desligue. Nossos operadores estão ocupados atendendo pessoas importantes.”

Informe CFP sobre projeto de redução na jornada de trabalho para os Psicólogos

De ordem do Conselheiro Presidente do CFP, Sr, Humberto Verona, informo que foi aprovado hoje na Comissão de Assuntos Sociais do Senado o Projeto de Lei da Câmara dos Deputados (PLC) nº 150, de 2009 (PL nº 3.338, de 2008, na origem), do Deputado Felipe Bornier, que altera a Lei nº 4.119, de 27 de agosto de 1962, para dispor sobre a jornada de trabalho dos psicólogos.


Com isso está aprovada no Senado a jornada semanal do psicólogo em 30 horas, determinando que a eventual redução de jornada não deverá acarretar redução de sua remuneração.

Agora o PLC retornará à Câmara para para apreciação das modificações.


É uma grande vitória da Psicologia! Isso pode acarretar ganho de produtividade das psicólogas e psicólogos que terão possibilidade de utilizarem as horas reduzidas na jornada, muitas vezes em cursos de formação e qualificação profissional, gerando ganho da sociedade que compõe a clientela da Psicologia.


Parabenizamos os sindicatos, o Sistema Conselhos de Psicologia e demais envolvidos pelo esforço na busca da aprovação do PLC!

Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Atenciosamente, 

Coordenadora Técnica
Conselho Federal de Psicologia
www.pol.org.br

Empresas procuram novos talentos diretamente nos cursos de universidades

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/01/empresas-procuram-novos-talentos-direto-nas-salas-de-aula-das-faculdades.html


Empresas estão cada vez mais de olho nas faculdades para garantir boa mão-de-obra. Veja dicas para conquistar uma vaga antes mesmo de terminar o curso.
Veruska Donato São Paulo

Aos 22 anos, Alessandra Dahruj é estagiária de comunicação em uma multinacional. Ela é animada, do tipo que veste a camisa da empresa. Tem grandes chances de ser contratada no fim do ano quando deixar a faculdade. “No momento eu não visualizo exatamente, eu não tenho certeza do que eu quero fazer após eu me formar, mas vejo já um ramo de possibilidades”, declara.

Alessandra se encaixa no tipo de profissional que o mercado tem ido atrás nas salas de aula. “Alguém que não vai ficar esperando que o chefe peça, que vai ter iniciativa, ambicioso, curioso. 
“Acho que esse é o perfil que as empresas buscam independente da área”, comenta Manoela Costa, gerente de recrutamento.

Gustavo Nascimento é professor universitário e trabalha em uma empresa que procura profissionais para o mercado. Muitas vezes ele enxerga estudantes em conflito com o mercado de trabalho. “Desde o primeiro momento ele precisa aprender, ele precisa ter a disponibilidade em saber que depois de quatro a cinco anos ele vai se formar. E cada vez mais cedo as empresas pedem que esses recém formados estejam preparados para o mercado”, alerta o gerente de relacionamento. Um dos maiores desafios para quem está entrando na faculdade agora ou terminando o curso é ter um projeto profissional. É o que as empresas querem no dia a dia e também exigem na hora de contratar. Uma das maneiras de garantir o sucesso profissional lá na frente é começar a pensar nesse projeto no momento em que você pisar na faculdade






Case de sucesso em relação a disparidade salarial

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI282586-16366,00-A+UNIAO+PELA+DISPARIDADE.html

           Por Álvaro Oppermann
   Reprodução
Michael Jordan. O supersalário dele estimulava os companheiros


Os supersalários costumam ser muito criticados. Porém, um estudo conjunto de professores da Kellogg e de Stanford está mostrando que, pelo menos na NBA (a liga profissional de basquete dos Estados Unidos), a disparidade de salário entre os craques e os demais jogadores é salutar para a equipe. No futebol espanhol, um estudo do Iese sobre o Real Madrid e o Barcelona mostra a mesma coisa. “No basquete, a interdependência é fundamental para o desempenho, e a hierarquia ajuda a organizá-la”, diz Adam Galinsky, professor da Kellogg e coautor do estudo, que examinou dados sobre “dispersão de pagamento”, tempo de jogo dos atletas, percentagem de vitórias, pontos marcados e outras estatísticas de jogo de 1997 a 2007. “A disparidade salarial e a hierarquia estão positivamente relacionadas à boa performance da equipe”, diz Nir Halevy, outro coautor. Um dado curioso: no beisebol, mais individualista, a disparidade é negativa.
Em 1997, o Chicago Bulls, liderado pelos craques Michael Jordan, Scottie Pippen e Dennis Rodman, 
conquistou o tricampeonato da NBA. Era um time de alta disparidade salarial.
O Barcelona viveu, entre 2003 e 2006, um período de ouro. Recebeu a alcunha de “Samba Team” 
graças à dupla arrasadora de ataque, Ronaldinho Gaúcho e o camaronês Samuel Eto’o. “No Barça, 
a estratégia de composição da equipe foi: poucos craques e uma base sólida de juniores e jogadores 
medianos”, diz Sandalio Gómez, coautor do estudo do Iese. O Real Madrid penou no mesmo
 período; paradoxalmente, pelo excesso de craques.
Em contrapartida, o time teve alto desempenho entre 2000 e 2003, sob o sistema “Zidanes e Pavones”
(mistura de gênios e juniores).
Na NBA, a hierarquia gerou um ciclo virtuoso. Estimulou o senso de liderança dos craques e a 
cooperação do resto dos jogadores. “Receber do craque um high five (cumprimento com a mão) 
é um sinal de prestígio do novato”, diz Galinsky.
“A hierarquia é vista como algo justo.”