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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

3º ano consecutivo de polêmicas sobre o ENEM


http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/10/28/questao-com-exemplos-e-numeros-iguais-ao-do-enem-foi-aplicada-em-mg-dias-antes-da-prova.jhtm

Questão com exemplos e números iguais ao do Enem foi aplicada em MG dias antes da prova

  • A questão da esquerda é a do Bernoulli; a do meio, a do Enem; à direita, o site da Enersul
    A questão da esquerda é a do Bernoulli; a do meio, a do Enem; à direita, o site da Enersul
Uma questão muito semelhante a uma do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 –com exemplos e números iguais– foi aplicada em um simulado do Colégio Bernoulli, de Minas Gerais, em setembro -antes da realização da prova do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
A questão 77 do simulado do Bernoulli fala sobre medidores de energia. No exemplo dado pelo colégio, há quatro pequenos relógios de luz. O ponteiro do primeiro, que indica o milhar, está entre os números 2 e 3; o do segundo, da centena, entre 6 e 7; o do terceiro, da dezena, entre 1 e 2; o do quarto e último, da unidade, entre 4 e 5. De acordo com o texto, a leitura dos relógios indica o resultado de 2.614 kWh. Após o exemplo, o item prossegue perguntando sobre outro relógio.
item 137 do caderno amarelo do Enem mostra os mesmos relógios, com os ponteiros exatamente nas mesmas posições e questiona qual o resultado da leitura deles. Segundo o gabarito oficial do Inep, é correta a alternativa A – 2.614 kWh, o mesmo número apresentado pelo Bernoulli. Vale destacar que, nos dois casos, os ponteiros estão entre os números, e não em cima.
Segundo demonstrado na questão do Enem, o exemplo dos relógios foi retirado do site da Enersul, uma distribuidora de energia do Mato Grosso do Sul. Na página, há uma figura semelhante –mas com os ponteiros em posições diferentes.

"Coincidência"

O diretor do Bernoulli, Rodrigo Domingos, afirmou que o fato de os exemplos (e o resultado) serem exatamente iguais é uma coincidência. "Os nossos professores, os dos outros sistemas de ensino ou escolas e os autores de questões do Enem ao criarem questões muitas vezes se baseiam em figuras ou dados que tiram da internet. Por isso, a coincidência às vezes até mesmo em um número ou outro", disse por e-mail ao UOL Educação. "As semelhanças nas questões se dão tão somente pelo fato de utilizarem o “relógio de luz” e de terem de explicar como ele funciona para evitar que o candidato erre a questão por não saber como se faz a sua leitura."
Questionado, Domingos disse que o Bernoulli não compra itens de nenhum aplicador, não faz parte da equipe que fornece itens ao Inep e que não houve pré-teste na escola.
O MEC (Ministério da Educação) diz também que foi uma "coincidência" e afirma o colégio não fornece itens para a prova. De acordo com o órgão, nenhuma escola de Minas Gerais participou do pré-teste do Enem.

Estudantes dizem que colégio de Fortaleza "vazou" questões do Enem

Foto 17 de 21 - Veja agora as questões da prova amarela com as respectivas imagens divulgadas na internet por alunos de Fortaleza; segundo eles um colégio particular havia aplicado um simulado com questões idênticas às do Enem 2011 Mais Reprodução
Particulares de MG vão pedir anulação
O Sinep-MG (Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais) vai pedir a anulação do Enem 2011 em todo o país. Representantes do sindicato tem uma reunião marcada com o Ministério Público do Estado, na tarde desta sexta-feira (28), para apresentar documentos necessários para protocolar a ação. O sindicato também entrará com um pedido de liminar para suspender a divulgação dos resultados do exame até que a ação seja julgada.
“Considerando que 639 alunos de uma escola no Ceará tiveram a quebra de sigilo da prova, com as questões antecipadas, nós acreditamos que, com a velocidade da internet e os telefones celulares, essas informações podem ter se espalhado rápido demais”, disse Emiro Barbini, presidente do Sinep-MG.

Mídias digitais X Jornalismo (Gazeta do Povo)

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1185849&tit=Midias-sociais-impoem-dilema-etico-a-jornais


Mídias sociais impõem dilema ético a jornais

Seminário da ANJ discute os desafios da comunicação digital em tempos de Twitter e Facebook
Publicado em 28/10/2011 | OSCAR RÖCKER NETTO
A situação dos jornais pode ser resumida hoje num tópico com viés épico: desafios em larga escala e com potencial revolucionário. A questão já bem conhecida e ainda não resolvida é a frenética busca de uma receita que permita adequar o modelo de negócio ao novo mundo da internet – que põe a informação impressa contra a parede.
Essa carga, no entanto, vem acompanhada de outra, cada vez mais importante. A avalanche das mídias sociais na internet (Face­book e Twitter à frente) impõe uma nova situação não só na forma como os veículos se apresentam aos seus públicos, mas também como os profissionais dos veículos de informação atuam nessas redes.
Interatividade
Gerenciar comentários é impasse nas redações
Audrey Possebom
A forma de administrar os comentários de leitores é um dos impasses das empresas de comunicação digital. Ao dar total liberdade para a opinião de internautas, o jornal corre o risco de divulgar palavrões e ofensas em seu site. Em contrapartida, ao manter um mediador para barrar as mensagens com teor inadequado, a mídia é acusada de cercear a liberdade de expressão.
Para o jornalista Ricardo Feltrin, secretário de Redação de Novas Mídias do Grupo Folha, as empresas devem ter uma política clara e transparente de publicação dos comentários. Sem um moderador, o jornal está sujeito não só à publicação de conteúdo impróprio, mas também à manipulação da opinião pública.
Feltrin cita o caso de reportagens sobre a crise no Oriente Médio publicadas no site da Folha, que geraram publicações radicais e antissemitas. “Descobrimos que havia um software que rastreava tudo o que saía na internet sobre o Oriente Médio para agregar comentários, usando pessoas com perfil fake (falso) na rede”, conta.
O jornalista Caio Túlio Costa, que participou com Feltrin do painel “Exemplos de regras éticas das empresas e a experiência de quem já regrou” no seminário da ANJ, concorda que a mediação dos comentários nos sites de notícia é necessária. Ele pondera, porém, que o país não deve criar regras que proíbam a livre manifestação de ideias na web. “Não temos o direito de impedir a pessoa de dizer o que ela quiser [na internet]. Mas temos o direito de impedir que ela faça isso dentro de nosso espaço.”
O tema é um verdadeiro campo minado por envolver questões éticas, produtivas e muito caras ao setor (como liberdade de expressão, furos jornalísticos, credibilidade e limites profissionais/pessoais).
Os principais jornais do mundo criaram recentemente decálogos com sugestões sobre o comportamento de seus profissionais no universo virtual.
No Brasil, as discussões em torno de assunto têm hoje mais perguntas do que respostas e uma regra (experimentar e aprender fazendo). Discute-se o grau de regramento, mas os especialistas tendem a concordar que a imposição “de cima para baixo” é negativa e ineficaz. As empresas, no en­­tanto, podem e devem criar alguma normatização – de preferência após muita discussão interna.
Até porque a situação começa a causar estragos. Pesquisa feita pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) mostra que em 9% dos jornais do Brasil já houve demissão de jornalistas por comentários feitos nas mídias sociais (veja outros resultados nos números em destaque).
O levantamento foi apresentado em seminário sobre comunicação digital, na quarta-feira, em São Paulo. A associação reuniu alguns dos principais jornalistas e pensadores da comunicação do Brasil para discutir os desafios éticos das empresas jornalísticas.
Marcelo Rech, diretor do Comitê editorial da ANJ, lembrou que a internet comercial tem 16 anos de existência, mas essa foi primeira vez que a associação discute formalmente a implicação ética da informação no mundo on-line. “É preciso discutir antes que os dilemas se transformem em sinistros para jornalistas e jornais”, afirmou.
Credibilidade
Diante de tantas informações e comentários nas mídias sociais, Pedro Dória, editor-executivo do setor on-line de O Globo, defende a volta aos valores do “jornalismo tradicional” (a saber: rigor na apuração, comportamento adequado dos jornalistas). “Não deve haver duas éticas diferentes”, resume.
Para Eugênio Bucci, diretor de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing, os veículos tradicionais ganharam força na era digital justamente por causa da credibilidade acumulada ao longo dos anos. “Na internet, muita coisa parece jornalismo, mas não é”, diz. “O público começou a perceber que em alguns lugares a informação é especial.”
Quem assegura a “informação especial” citada por Bucci são os jornalistas. E a atuação deles nas mídias sociais embute uma série de oportunidades cercada de muitos riscos.
No centro da questão está a impossibilidade de separar a vida pessoal da profissional do jornalista. “Os jornais têm obrigação de zelar para que seus jornalistas saibam quais são as regras para suas mídias pessoais”, defende Caio Túlio Costa, um dos criadores do portal UOL e hoje consultor de novas mídias. “Não temos o direito de proibir ele [jornalista] de dizer o que quiser; assim como o jornal tem o direito de dizer quais são os princípios com os quais trabalha. É paradoxal e contraditório.” Para resumir: “Teremos período de confusão grande pela frente”, afirma Bucci.

Geração Z....

Pérolas de RH (cuide para não repetir na sua entrevista de emprego)

http://comoserumprofissionaldesucesso.blogspot.com/2010/10/perolas-do-rh.html


De nove entre dez pessoas ficam nervosos ou não gostam de entrevistas de emprego, mas para conseguirmos um emprego na maioria das vezes temos que passar por a tão temida entrevista, e nesses casos temos que ficar tranquilos e responder as perguntas com segurança e coerência. Mas em muitas ocasiões, o nervosismo ou a falta de experiência diante de um entrevistador fazem com que as nossas respostas a perguntas simples sejam as piores possíveis.

Veja a seguir alguns exemplos (reais) de entrevistas mal-sucedidas, e analise se você já respondeu algo do tipo, inconscientemente e lembrando que realmente essas respostas não se devem falar numa entrevista de emprego.

Entrevistador – Então, você está construindo um networking?
Candidato – Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.
Entrevistador - Como você administra a pressão?
Candidato - Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.
Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta?
Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.
Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato - Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.
Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum?
Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato - Muito pelo contrário.
Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.
Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador - E qual é a sua idade?
Candidato - Com óculos ou sem óculos?
Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato - Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.
Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato - Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?
Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.
Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.
Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.
Entrevistador - Quando digo ‘Sucesso’, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato - Pode ser duas palavras?
Entrevistador - Pode.
Candidato – Milho. Nário.

Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame.

"A Arte de gerir". Bela história para refletir

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL !!!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. 

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: 
"Ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E Beethoven?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:

- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis.Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?

Nova pausa e prosseguiu:

- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA  INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. E voltou a dizer nesses termos:

- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. 
Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM…Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:

PORTANTO NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"

É bom para refletir e se valorizar!

Um Forte Abraço amigo(a)... INSUBSTITUíVEL!!!