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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Bancos criam portal de vagas exclusivo para setor bancário

http://msn.clickcarreira.com.br/queroumavaga/2011/12/27/3029/bancos-criam-portal-de-vagas-para-cadastro-de-curriculo.html

O sistema permite o cadastro gratuito de currículos e divulgação de vagas exclusivas do setor bancário.

Aumento no salário mínimo para 2012

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1207274&tit=Reajuste-do-minimo-deve-injetar-R-47-bi-na-economia


Reajuste do mínimo deve injetar R$ 47 bi na economia

Serão beneficiados 47,6 milhões de pessoas que têm seus rendimentos referenciados no salário mínimo
O aumento de 14,13% no salário mínimo no ano que vem vai colocar cerca de R$ 47 bilhões em circulação no país, aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em nota divulgada nesta terça-feira (27). Serão beneficiados 47,6 milhões de pessoas que têm seus rendimentos referenciados no salário mínimo. De acordo com o Dieese, o impacto do aumento será sentido principalmente por servidores públicos municipais das regiões Norte e Nordeste.
O aumento de R$ 77 no salário mínimo a partir de 1º de janeiro (de R$ 545 para R$ 622) vai resultar em impactos menos expressivos na folha salarial do serviço público federal e estadual do que nos gastos dos municípios com seus funcionários. Apenas 0,97% dos servidores da União recebem hoje até R$ 545, valor atual do salário mínimo. No caso do quadro estadual, esse montante passa para 4,40%. Na administração municipal, porém, 12 33% dos servidores recebem até esse valor. A fatia de servidores nesta faixa salarial é maior nas regiões Nordeste (22,65%) e Norte (17,90%).Do lado do governo, o reajuste vai provocar um aumento de R$ 19 8 bilhões na folha da Previdência Social, ou seja, para cada R$ 1 acrescido no salário mínimo o custo dos benefícios cresce em R$ 257 milhões. O peso relativo da massa de benefícios equivalentes a 1 salário mínimo é de 46% da folha da Previdência e isso corresponde a 68,2% do total de beneficiários, afirma o Dieese. A contrapartida para o governo é um aumento estimado em R$ 22,9 bilhões na arrecadação tributária sobre o consumo.
Na distribuição geral dos postos de trabalho do País, 50,6% do total de 87.923.586 brasileiros empregados recebem até um salário mínimo. No Nordeste esse contingente chega a 73,8% dos trabalhadores, no Norte a 63,2%, no Centro-Oeste a 45,5%, no Sudeste a 39,5% e no Sul a 37,8%.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Perspectiva econômica: Setor industrial do Paraná analisa as perspectivas de crescimento com cautela

Indústria do Paraná encara 2012 com “otimismo cauteloso”
Sondagem da Fiep mostra que 77% dos empresários têm expectativas favoráveis. O índice caiu pelo segundo ano consecutivo
A indústria paranaense vê com reservas os resultados que suas atividades podem ter no próximo ano. De acordo com um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o quadro que se vê é de um otimismo com cautelas, semelhante ao que outros representantes da iniciativa privada vêm apontando para o período.
Segundo os indicadores da Fiep, 76,9% dos industriais locais têm expectativas favoráveis para o próximo ano – número que, segundo o presidente da organização, Edson Campagnolo, não é alto para o setor e representa um “bom humor relativo”. A sondagem consultou 425 empresas, de todos os portes e regiões do estado, que empregam 106 mil pessoas– 20% dos trabalhadores do setor.

64% dos empresários temem desaquecimento
Boa parte do empresariado brasileiro tem expectativas positivas quanto às operações de suas empresas e o cenário econômico para 2012. Mas os números levantados por alguns representantes do setor revelam que os empresários estão com uma espécie de “confiança desconfiada”. Segun­do uma dessas sondagens, mais da metade dos homens de negócios cita uma possível desaceleração da economia brasileira como sua maior preocupação em relação ao próximo ano.
Do lado do otimismo, as pesquisas apontam que o bom mo­­mento brasileiro pode resultar em investimentos na operação das companhias, em estratégias comerciais e também em contratações. No entanto, chama atenção a possibilidade de desaceleração do país, influenciada por fatores como a crise europeia.
Segundo um levantamento feito pela consultoria de recursos humanos Michael Page junto a empresas instaladas no Brasil, 45,9% dos entrevistados acreditam que 2012 deve trazer um crescimento mais vigoroso do produto interno bruto (PIB) brasileiro em comparação com o de 2011.
Em outra pesquisa, feita pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), a expectativa de um crescimento ainda maior do PIB é dividida por 44% dos empresários, enquanto a inflação mais controlada é esperada por 50% deles. Entretanto, o desaquecimento da economia nacional é a maior preocupação de 64% dos empresários.
O diretor executivo do grupo Battistella, Marcos Perillo, concorda com parte das perspectivas. Mas se coloca como otimista. Segundo ele, mesmo diante de possíveis adversidades internacionais, o Brasil continua inserido em um “cenário privilegiado” – possibilitado, entre outras coisas, pela “economia bem estabelecida, madura e pouco alavancada”.
“É difícil prever alguns resultados pontuais, mas o Brasil tem boa segurança para fazer um bom 2012. Dependendo dos rumos da crise europeia, isso pode acontecer de forma mais tranquila ou mais turbulenta. Mas ainda assim o país exibe condições de crescer”, diz Perillo.
“O humor do industrial caiu, motivado em parte pelas notícias que vêm de fora. Ainda há certas expectativas positivas, claro, mas tudo com muito cautela.”
Edson Campagnolo, presidente da Fiep
O porcentual de expectativas favoráveis caiu pelo segundo ano seguido –ele era de 87,8% para 2010 e de 86,4% para 2011. “O humor do industrial caiu, motivado em parte pelas notícias que vêm de fora. Ainda há certas expectativas positivas, claro, mas tudo com muito cautela, muita responsabilidade”, afirmou Campagnolo.
O levantamento apontou que, entre as indústrias que veem 2012 com otimismo, boa parte delas considera a possibilidade de novos investimentos (apontada por 40,6% das entrevistadas), número que supera a previsão de aumento nas vendas (citada por 39% das companhias).
A maior parte dos investimentos deve ser voltada à atividade produtiva das empresas. Ela é contemplada pelos cinco principais destinos dos aportes apontados pelas companhias. A produtividade, lembrada por 48% das indústrias, e a modernização tecnológica, citada por 46,8%, lideraram a lista. A busca por novas tecnologias, com 13,4%, e o marketing, com 13,9%, ficaram entre os que menos devem receber verbas em 2012.
Outro desafio apontado pela Fiep está nas exportações de manufaturados de maior valor agregado. Segundo o coordenador do Departamento de Economia da organização, Maurílio Schmitt, este é o setor que deve atravessar o ano com mais dificuldades.
A queda da participação relativa desses produtos no total exportado pelo Paraná e o forte crescimento das importações de mercadorias do mesmo tipo colaboraram para o déficit comercial de US$ 1,2 bilhão acumulado pelo estado de janeiro a novembro deste ano. Segundo Schmitt, com a expectativa de manutenção do cenário de exportações do estado, 2012 pode ser mais um ano de saldo negativo na balança comercial paranaense.

Quase 70% das empresas vão contratar
Segundo uma outra sondagem, produzida pela consultoria de recursos humanos Michael Page, 69,9% das empresas pretendem aumentar o seu quadro de funcionários em 2012. “As empresas estão apostando em margens maiores e riscos menores. Assim, devem focar na eficiência de suas operações e das vendas, reduzindo custos e aumentando a eficiência da operação”, diz Leandro Muniz, gerente regional da Michael Page no Paraná.
De acordo com o levantamento, 63% das companhias devem elevar o volume de investimentos no ano que vem. A grande aposta das empresas se encontra na melhoria de suas operações, pensando principalmente no aumento da produtividade.
Outro estudo reforça a importâncias que as vendas terão em 2012. Em levantamento feito pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), 70% das empresas ouvidas afirmam que seu foco de investimentos estará nas estratégias comerciais. Outro alvo im­­portante é o marketing, lembrado por 52% das companhias.
Os dois pontos se encaixam nos planos da paranaense Ibema, fabricante de papel cartão. De acordo com o gerente financeiro da companhia, Evaristo Bicalho, a expectativa é de aumentar o volume de vendas em cerca de 13% sobre 2011, devendo atingir a comercialização de 92 mil toneladas.
“Estamos fortalecendo muito nosso departamento comercial, incentivando o trabalho e também dando uma base muito sólida de estatísticas para a equipe. E tudo isso deverá mostrar bons resultados já em 2012”, afirma Bicalho.
Ele conta que neste ano a empresa deu prioridade ao corte de custos e que, por isso, o aumento de vendas esperado para 2012 deve ser ainda mais bem recebido. No ano que vem, a empresa também lança um novo posicionamento de marketing, ancorado no conceito da marca trabalhando pelo cliente.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como contar para a criança que o Papai Noel não existe?

http://www.hagah.com.br/especial/pr/natal-reveillon-pr/19,1250,3595958,Como-contar-para-a-crianca-que-o-Papai-Noel-nao-existe.html




"Viver a fantasia do Papai Noel é muito saudável pois trabalha o imaginário infantil", explica psicólogo
... e então, à meia-noite do dia 24, o Papai Noel vai deixar seu presentinho aqui na árvore de Natal...” Pode ser que seja mais ou menos esse trecho da história do bom velhinho que seus pais contavam e que você ainda guarda na memória. A chegada dessa noite tão especial era aguardada com ansiedade, e você mal podia esperar para ver se seu pedido tinha sido atendido. 

Mas não se engane! Não ache que tudo isso foi uma grande besteira! A fantasia infantil, que alimenta esse mundo imaginário, se faz necessária e, segundo especialistas, não há nada de mal nisso. Muito pelo contrário, é saudável e deve existir. “Não existe uma idade certa para revelar a verdadeira história. Viver a fantasia do Papai Noel é muito saudável pois trabalha o imaginário infantil, que terá a função de auxiliar no desenvolvimento. A fantasia de existir o Papai Noel nada mais é do que trabalhar o conceito da esperança, de acreditar que as coisas são possíveis”, explica o psicólogo credenciado ao Convênio Psicológico do Grupo SIP, André Uniga Junior. 

Hoje, como as crianças estão cada vez mais conectadas e rodeadas, desde cedo, de muita informação, é bem provável que elas descubram que o bom velhinho nada mais é do que aquele tio “fofinho”, vestido com uma roupa vermelha, com um saco cheio de papel velho nas costas e, que na verdade, os presentes dados foram comprados pelos pais e avós. No entanto, colocar os pequenos frente a essa realidade faz com que eles sejam inseridos no mundo adulto mais cedo. “Eles se sentem parte de um mundo que ainda não é deles, o que vai tornar um diferencial na relação com os amigos. Mas impedir a vivência dessa fantasia só colocará essa criança mais perto de um mundo que nem sempre é tão fácil”, completa o psicólogo. 

E os pais se perguntam: como explicar a verdade? Há alguma fórmula mágica? A resposta é não. “Sempre pontuo que se for contar a verdade, que conte como ela é. Fale que a estória é para crianças e faz parte do mundo imaginário infantil. Mas lembre-se: deixar esse mundo imaginário, para que as crianças acreditem que tudo é possível nessa época do ano, é saudável e alimenta a alma”, finaliza André.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Utilidade Pública: Informações sobre serviços públicos gratuitos

Pessoal, seguem 4 dicas de serviços públicos prestados gratuitamete, os quais grande parte da população ainda não sabe:



1. Certidões: quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.

2. Auxílio a Lista: Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

3. Importantíssimo: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..

4. Multa de Trânsito: essa você não sabia.
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa. 

Saúde: Planejando uma gravidez

http://filhosecia.uol.com.br/2011/12/planejando-uma-gravidez/


Os casais do século XXI têm uma grande vantagem sobre os de antigamente: podem escolher o momento adequado para terem seus filhos. Esta facilidade permite que possam se preparar para este feliz evento, avaliando sua própria saúde e melhorando seus hábitos de vida, o que pode fazer muita diferença no sucesso de uma gestação.

Como se preparar para uma gravidez saudável?
Todos os casais, quando decidem ter um filho, devem procurar um médico (que pode ser um ginecologista) para se submeterem a exames (clínicos, laboratoriais e de imagem) para avaliar a saúde do casal, verificar seu histórico familiar e pessoal e conferir se foram tomadas as vacinas necessárias, como a da rubéola. Caso haja necessidade, pode-se realizar algum tratamento para corrigir possíveis alterações ou encaminhá-los para um acompanhamento específico com outro especialista.

Hábitos de vida têm algum impacto no sucesso da gestação?
Investir em hábitos saudáveis de vida pode ser muito benéfico para  o sucesso de uma gestação. Sabe-se que alguns fatores, como o fumo, a obesidade ou a exposição a certos agentes ambientais, podem ser prejudiciais, não só para o próprio indivíduo, mas também afetar sua saúde reprodutiva. Atualmente sabemos que algumas modificações auxiliam muito na  obtenção de uma gravidez saudável. Também aqui o tripé da qualidade de vida (dormir bem, alimentar-se de maneira saudável e praticar exercícios físicos moderados) é fundamental para se atingir este objetivo.

Quais fatores ambientais devem ser evitados?
Exposições a agentes químicos, físicos ou biológicos que ofereçam algum risco.
Químicos: medicamentos, que devem ser restritos aos imprescindíveis, exposição profissional a compostos químicos (profissionais de saúde, trabalhadores de postos de combustível, entre outros). Nestes casos, deve-se consultar um especialista sobre os possíveis riscos envolvidos.
Físicos: principalmente os Raios-X, tanto para os pacientes que se submetem a uma avaliação radiológica, quanto para o profissional que os utiliza.
Biológicos: especialmente as viroses, sendo recomendável que a futura gestante evite aglomerações e seja rigorosa com a desinfecção frequente das mãos.

Tomar vitaminas antes de engravidar é bom?
Prevenir o nascimento de crianças com malformações é um dos grandes objetivos da genética. Infelizmente, não se conhece ainda a causa da maioria delas.
Os defeitos do fechamento do tubo neural, cujo exemplo mais conhecido é a anencefalia (ausência do cérebro e da calota craniana) estão entre os defeitos congênitos mais importantes, pois são relativamente frequentes e de alto impacto.
A deficiência de ácido fólico (vitamina do complexo B) está associada a um aumento destas malformações. Recomenda-se que as mulheres que estejam pensando em engravidar, mesmo que tenham hábitos saudáveis (não fumar, não beber, não se expor a ambientes que apresentem risco), se alimentem bem (vegetais verdes, cereais e frutas), suplemente sua dieta ingerindo diariamente ácido fólico, pelo menos 45 dias antes da data da concepção, até o quinto mês de gestação.
Outras vitaminas também ajudam a diminuir os riscos de abortos e malformações fetais. As vitaminas C e E, por seu efeito antioxidante, agem de forma benéfica, diminuindo os riscos da não disjunção, que é um erro que pode levar ao aparecimento de aberrações cromossômicas.

Estimativa para abertura de 38 mil vagas para cursos técnicos no Paraná em 2012

http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1202525&tit=PR-tera-38-mil-bolsas-para-cursos-tecnicos


PR terá 38 mil bolsas para cursos técnicos
Programa federal abre vagas em todo o país para capacitar e inserir alunos de escolas públicas e desempregados no mercado de trabalho
Mercado de trabalho
Formação técnica caminha em direção à demanda

Antônio Costa/ Gazeta do Povo Sem emprego, a publicitária Leilys Furriel recorreu a um curso técnico para abrir um salão de beleza em breve
Leilys Furriel é formada em Publicidade e Propaganda, mas não conseguiu emprego na área e trabalha como secretária em uma clínica médica. Em setembro deste ano, ela resolveu apostar em um curso técnico de cabeleireiros no Senac com o objetivo de abrir o próprio negócio futuramente. “Sempre gostei de lidar com estética e vejo que é uma área com muitas possibilidades. Várias colegas de turma do Senac já estão empregadas. Uma delas tem o próprio salão e chega a faturar R$ 11 mil por mês”, conta Leilys, que investiu aproximadamente R$ 2 mil no curso.
De acordo com especialistas, o investimento em cursos técnicos tem grande chance de dar retorno financeiro rápido, pois a demanda do mercado é grande. “Analisando tecnicamente, não precisamos de mais advogados ou médicos, mas o que não falta são candidatos para esses cursos. Enquanto eles vão ter de disputar uma colocação, quem faz um curso técnico é absorvido pelo mercado quase automaticamente”, diz o reitor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), Irineu Colombo.

De olho na oferta
Saiba detalhes das bolsas disponíveis no Pronatec para o próximo ano:

Estudante
- Para alunos do 2º e 3º anos do ensino médio da rede pública de ensino.
- Cursos técnicos com pelo menos 800 horas para serem frequentados durante o período de contraturno escolar.
- A seleção e o encaminhamento dos alunos são feitos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed).
- Os cursos são oferecidos pelo Senac, Senai e institutos federais de ensino.
- Inscrições até 20 de janeiro de 2012.

Trabalhador
Bolsa Seguro Desemprego
- Para desempregados beneficiários reincidentes do Seguro Desemprego.
- Cursos de Formação Inicial e Continuada com pelo menos 160 horas.
- A seleção e o encaminhamento dos alunos são feitos pelo Mi­­nis­tério do Trabalho, por meio do Sistema Nacional de Emprego.
- Os cursos são oferecidos pelo Senac, Senai e institutos federais de ensino.
- Inscrições no segundo semestre de 2012.

Bolsa de Inclusão Produtiva
- Para beneficiários de programas de transferência de renda do governo federal.
- Cursos de Formação Inicial e Continuada com pelo menos 160 horas.
- A seleção e o encaminhamento dos alunos são feitos pelo Ministério do Desenvolvimento Social.
- Os cursos são oferecidos pelo Senac, Senai e institutos federais de ensino.
- Inscrições no segundo semestre de 2012.

Cursos
- Confira alguns cursos disponíveis no site http://reitoria.ifpr.edu.br/2011/11/28/ifpr-abre-
- chamada-publica-para-a-selecao-de-conteudistas-do-pronatec/

Mais de R$ 24 bilhões serão investidos até 2014 em todo o país para qualificar cerca de 8 milhões de pessoas em cursos técnicos e profissionalizantes. A verba será destinada ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), lançado em outubro deste ano pelo governo federal. Ainda não é possível definir qual será a fatia do montante que será aplicada no Paraná, mas a previsão é que, só em 2012, sejam oferecidas pelo menos 38 mil novas vagas em 116 cursos gratuitos nos serviços nacionais de Aprendizagem Comercial e In­­dustrial (Senac e Senai) e no Instituto Federal do Paraná (IFPR).

As formações terão dois tipos de modalidade: uma destinada a estudantes e outra voltada a trabalhadores. Alunos do 2.º e 3.º anos do ensino médio da rede pública de ensino poderão fazer cursos técnicos com pelo menos 800 horas de duração no período de contraturno do colégio. A quem já trabalha serão oferecidos cursos de Formação Inicial Continuada (FIC) com duração mínima de 160 horas.
As vagas são destinadas principalmente a beneficiários do seguro desemprego e de programas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família. “O programa vai oferecer mão de obra qualificada para as empresas e uma oportunidade para aqueles que desejam parar de depender de subsídios do governo”, explica o deputado federal Alex Canziani (PTB-PR), relator da proposta do Pronatec na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados.
Opções
Os cursos oferecidos pelo programa abrangem várias áreas de atuação. Os candidatos podem escolher entre opções que vão de gestão à be­­leza, passando por comércio e saúde. “O nosso papel é oferecer va­­gas de acordo com a demanda”, diz o professor Irineu Colombo, rei­­tor do IFPR. Para o diretor regional do Senac Paraná, Vítor Monas­tier, esse tipo de iniciativa facilita a inserção de todos no mercado. “Cada curso exige um per­­fil de trabalhador. Há espaço pa­­ra todos, até analfabetos”, considera.
De acordo com o pró-reitor de Extensão, Pesquisa e Inovação do IFPR, Paulo Yamamoto, responsável pelo Pronatec no Paraná, o diálogo entre os segmentos que demandam cursos (representados pelas secretarias da Educação e do Trabalho) e aqueles que oferecem as vagas (Senai, Senac e IFPR) é essencial e garante a agilidade no repasse de recursos. “A remuneração é feita de acordo com o número de alunos inscritos. Fazemos uma previsão e pedimos a verba, que chega antes de o curso começar. Caso o total não seja gasto, pode ser utilizado para a abertura de novos cursos ou deve ser devolvido. É uma relação de confiança entre os envolvidos com o Pronatec”, explica Yamamoto.
Inscrições para jovens já estão abertas
O processo para selecionar alunos interessados em fazer um curso técnico no Paraná já começou. Ao todo, são 27 núcleos regionais de educação em todo o estado com pré-inscrições abertas. As candidaturas para estudantes da rede pública de ensino foram prorrogadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) até o dia 20 de janeiro de 2012. A Seed é responsável pela seleção e encaminhamento dos alunos para a formação.
Depois da sanção da Lei 12.513, que institui e regulamenta o Pronatec, pela presidente Dilma Rousseff, em outubro, a Seed se reuniu com as instituições responsáveis por ofertar os cursos técnicos para colocar o programa em prática no estado. “Os cursos estavam previstos para começar no dia 21 de novembro, mas – por causa das férias, empregos temporários, eleição de diretores e Prova Brasil – não houve pré-inscrições suficientes. O MEC [Ministério da Educação] permitiu que as aulas iniciem em fevereiro”, diz a diretora do Departamento de Educação e Trabalho da Seed, Marilda Aparecida Diório Menegazzo.
Já as inscrições para o ensino técnico voltado a trabalhadores começam a partir do segundo semestre de 2012 e serão feitas pela Secretaria de Estado do Trabalho e Emprego.
Serviço:
Os endereços e telefones dos núcleos regionais de educação estão disponíveis no sitewww.diaadia.pr.gov.br/nre

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

10 profissões mais felizes e infelizes (segundo os próprios profissionais das áreas)

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI284159-16418,00-AS+DEZ+PROFISSOES+MAIS+FELIZES+E+INFELIZES.html


As lista das profissões com os profissionais mais felizes e mais infelizes
Lista da Forbes mostra que os clérigos são os mais felizes e os diretores de tecnologia são os mais infelizes
Época NEGÓCIOS Online

Ganhar um salário alto é sinônimo de felicidade no trabalho? De acordo com uma lista da Forbes, que elenca as dez carreiras mais felizes e infelizes, a resposta é não.
O ranking, elaborado pela Universidade de Chicago, aponta que a profissão mais feliz é a dos clérigos, enquanto a mais infeliz é a de diretor de Tecnologia da Informação. O dado vai de encontro com pesquisa elaborada pela consultoria norte-americana CareerBliss. Ela aponta que quanto maior o salário, maior a felicidade no trabalho.

Veja a lista completa.
As dez profissões mais felizes

1. Clérigos (padres ou pastores) – eles se dizem totalmente satisfeitos com o trabalho
2. Bombeiros – 80% deles afirmaram estar “muito satisfeitos” com o trabalho, que envolve salvar pessoas.
3. Fisioterapeutas – Interação social e ajudar pessoas aparentemente fazem com que essa seja uma profissão de satisfação pessoal
4. Escritores – para a maioria deles, o pagamento é muito baixo e às vezes até inexistente, mas a autonomia para escrever o que quiserem os deixa felizes
5. Professores de educação especial – profissionais dedicados a educar alunos com deficiência não ganham muito dinheiro, mas isso para eles não é o mais importante
6. Professores – Mesmo com baixos salários, a profissão de mestre continua encantando as pessoas
7. Artistas – Escultores e pintores estão extremamente satisfeitos com a profissão, mesmo com a grande dificuldade de ganhar dinheiro
8. Psicólogos – Parece que esses profissionais se sentem satisfeitos em poder dar outro rumo na vida das pessoas
9. Vendedores de serviços financeiros – 65% deles dizem estar felizes. Eles, no entanto, ganham quantias consideráveis – mais de 90 mil dólares por ano para trabalhar em média 40 horas por semana em um confortável ambiente de trabalho
10. Operários ou “engenheiros de operação” – homens que dirigem tratores, escavadeiras e outras máquinas como essas estão satisfeitos com o trabalho

As dez profissões mais infelizes

1. Diretor de Tecnologia da Informação
2. Diretor de vendas e marketing
3. Gerente de Produtos
4. Desenvolvedor de web sênior
5. Especialista técnico
6. Técnico em Eletrônica
7. Assistente judicial
8. Analista técnico de suporte
9. Operador de CNC (Controle Numérico Computadorizado) - geralmente atuam nas áreas de máquinas e equipamentos e metalurgia
10. Gerente de marketing

Pesquisa aponta as reais condições do aumento no índice de empregos no Brasil e no Paraná (cresce somente o número de vagas até dois salários mínimos)

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1202148&tit=Mercado-so-gera-emprego-que-paga-ate-dois-salarios


Mercado só gera emprego que paga até dois salários

Número de vagas com carteira assinada cresce desde 2000, mas de forma desigual. Em postos mais bem remunerados, demissões superam as contratações
O número de empregados com carteira assinada no Brasil aumenta desde 2000. Nesses quase 12 anos, o mercado formal absorveu 14,7 milhões de pessoas, o que resultou em avanços na qualidade de vida da população, em uma significativa ampliação da classe média e, consequentemente, no desenvolvimento de um novo e cobiçado público consumidor. No entanto, essa expansão do emprego ocorreu de forma desigual em termos de salário: os novos postos de trabalho se concentraram em vagas de baixa remuneração, que pagam no máximo dois salários mínimos mensais – o equivalente, hoje, a R$ 1.090. Para quem pensa em ingressar numa empresa ganhando mais que isso, o mercado encolheu.




Segundo dados levantados pela Gazeta do Povo na base on-line do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro de 2000 e outubro de 2011 o país criou 18,5 milhões de empregos de até dois mínimos e, em sentido oposto, fechou 3,8 milhões de vagas mais bem remuneradas. Coordenado pelo Ministério do Trabalho, o Caged registra as contratações e demissões de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – não inclui, portanto, militares e funcionários públicos estatutários.
Empresa busca profissionais até na igreja
Foi-se o tempo em que os profissionais da área de gestão de pessoas ficavam sentados à espera de currículos. Ao menos em alguns setores, como o de prestação de serviços terceirizados, o profissional de RH precisa correr atrás de candidatos.
Devido à escassez de funcionários no setor de prestação de serviços em asseio e conservação, Karen Hruschka e Érika Inocêncio, respectivamente coordenadora e analista de gestão de pessoas da Higi Serv, se revezam entre o escritório e novenas, postos de saúde, terminais de ônibus e ruas da cidadania. A intenção é tentar fisgar novos funcionários em locais de grande circulação de pessoas.
A estratégia parece funcionar. Todos os meses a empresa preenche 250 vagas para serventes de limpeza e vigias, por exemplo. Desse total, Karen calcula que pelo menos 40% dos novos funcionários venham “no laço”. “Temos agenda antecipada, com pelo menos 15 dias, para irmos a igrejas de todas as religiões. E muitas vezes encontramos concorrentes”, conta. Na semana passada, elas não puderam entrar na Igreja do Carmo porque outra agência estava fazendo divulgação no local. “Quando isso acontece, ficamos no portão para entregar panfletos e falar das vagas em aberto”, conta Karen.
No início do mês, elas costumam ir a Armazéns da Família (programa da prefeitura de Curitiba que oferece à população de baixa renda produtos mais baratos), porque é lá que estão os possíveis candidatos, gastando o salário no mercado. Às quartas-feiras, os “points” são as igrejas, por causa das novenas. Sexta-feira é dia de rodar terminais de ônibus e Ruas da Cidadania para afixar cartazes para o fim de semana.
Sem o “corpo a corpo”, o número de vagas abertas da Higi Serv – 120 – seria muito maior. “Não vejo perspectivas de zerar essa fila tão cedo e não tenho dúvidas de que precisamos dessas ações. Se ficasse só no escritório não conseguiria encontrar profissionais”, diz Karen.
O salário médio de uma servente de limpeza – função que representa cerca de 70% das vagas abertas – é de R$ 621, mais benefícios como vale-alimentação, vale-transporte e planos de saúde e odontológico.
João Pedro Schonarth
Ir além do ensino médio é única maneira de aumentar o salário
Com a exceção de alguns poucos setores da economia, a única maneira de ser contratado recebendo mais de dois salários mínimos no Brasil é investir na educação desde cedo e ir além do ensino médio completo. Um recorte das informações do Caged mostra que só a partir do ensino superior, mesmo quando incompleto, é que vagas com ganhos maiores são efetivamente criadas no país. Tal comportamento pode ser explicado, em grande parte, por duas conse­quên­­cias do crescimento estável do Brasil nos últimos anos: a substituição das funções de média complexidade por máquinas, softwares e outros instrumentos tecnológicos; e a emergente classe C, que aumentou a demanda por serviços pouco qualificados.
A retração do mercado para faixas salariais mais altas não é um fenômeno novo. Mas chama atenção o fato de que ele persiste, indiferente ao aquecimento da economia, à disputa cada vez mais acirrada por profissionais e aos sintomas de “apagão” de mão de obra em alguns setores. As empresas até contratam trabalhadores por mais de dois salários. O problema é que, no conjunto da economia, as demissões nessa faixa salarial superam as admissões, o que torna negativo o saldo de empregos – em outras palavras, há um fechamento de postos de trabalho.
Entre janeiro e outubro de 2011, as empresas brasileiras admitiram 2,7 milhões de pessoas por uma remuneração superior a dois mínimos, mas dispensaram 2,86 milhões de funcionários nessa condição. Ou seja, em dez meses, foram extintas cerca de 160 mil vagas nessa faixa salarial. Quem está garantindo o crescimento do emprego formal são os postos mais “baratos”: com 14,84 milhões de contratados e 12,76 milhões de demitidos, o saldo das vagas de até dois salários ficou positivo em 2,08 milhões. A situação não é diferente no Paraná, onde o mercado gerou 156 mil empregos de até dois salários e fechou 14 mil postos mais “caros”.
Mesmo profissionais com ensino superior completo têm sido contratados para receber menos de dois salários. De janeiro a outubro, quase 77 mil brasileiros formados aceitaram trabalhar recebendo até 1,5 mínimo, o equivalente a R$ 817,50 – para efeito de comparação, em Curitiba há anúncios oferecendo salário de R$ 800 para empregados domésticos.
Setores
De uma lista de sete grandes setores da economia brasileira, apenas administração pública e serviços criaram vagas de remuneração superior a R$ 1.090 neste ano. Mesmo assim, em número limitado: dos 806 mil empregos criados por empresas prestadoras de serviços, apenas 33 mil pagam acima desse valor. Na administração pública, a divisão foi mais equilibrada: 10 mil das 28 mil vagas abertas estão na faixa de cima. Dentro do setor industrial, só a indústria extrativa mineral (7 mil vagas, de um total de 17 mil novos empregos) e a de veículos (441 de 27,4 mil) geraram postos de maior valor.
Mínimo subiu 60% mais que inflação desde 2001
Um dos fatores que explicam a expansão das vagas de até dois salários mínimos e a extinção de postos mais bem pagos está na forte valorização do salário mínimo. “Ganhar dois mínimos hoje significa receber muito mais, em termos reais, que há dez anos”, diz José Márcio Camargo, economista da Opus Gestão de Recursos e professor da PUC-Rio.
Entre 2001 e 2011, o valor do mínimo triplicou, passando de R$ 180 para R$ 545, aumento quase 60% superior ao da inflação do período. Com isso, aumentou o número de pessoas que recebem até dois salários – o equivalente a R$ 360 há dez anos e a R$ 1.090 hoje. Em 2012, o benefício subirá quase 15%, novamente acima da inflação, para R$ 625, segundo a última estimativa do governo.
O economista Fábio Romão, da LCA Consultores, lembra que o aumento da formalização, sobretudo a partir de 2004, incluiu nos dados do Caged um grande contingente de trabalhadores de baixa remuneração. “A inclusão de trabalhadores até então informais engordou a base da pirâmide salarial do emprego formal.”
Para Camargo, da PUC-Rio, outra explicação está em uma mudança estrutural vivida pela economia brasileira. “O setor mais dinâmico da economia nos últimos anos tem sido o de serviços. E ele tende a pagar salários mais baixos que a indústria, que vem perdendo força.”
Diferença natural
Há, ainda, o fato de que o salário dos recém-contratados é, em geral, inferior ao dos que perdem o emprego. “Essa diferença é natural. Ruim é quando ela aumenta, algo que não tem ocorrido”, diz Cid Cordeiro, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeco­nômicos (Dieese-PR). Para ele, a rotatividade como estratégia de contenção de gastos – a troca trabalhadores “caros”, com mais tempo de casa, por outros mais jovens e “baratos” – ainda existe, mas “diminuiu muito”. “Boa parte da rotatividade se deve hoje ao trabalhador, que pe­­­­­de demissão para trabalhar em outro lugar, por salário melhor.”