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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Empresas procuram novos talentos diretamente nos cursos de universidades

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/01/empresas-procuram-novos-talentos-direto-nas-salas-de-aula-das-faculdades.html


Empresas estão cada vez mais de olho nas faculdades para garantir boa mão-de-obra. Veja dicas para conquistar uma vaga antes mesmo de terminar o curso.
Veruska Donato São Paulo

Aos 22 anos, Alessandra Dahruj é estagiária de comunicação em uma multinacional. Ela é animada, do tipo que veste a camisa da empresa. Tem grandes chances de ser contratada no fim do ano quando deixar a faculdade. “No momento eu não visualizo exatamente, eu não tenho certeza do que eu quero fazer após eu me formar, mas vejo já um ramo de possibilidades”, declara.

Alessandra se encaixa no tipo de profissional que o mercado tem ido atrás nas salas de aula. “Alguém que não vai ficar esperando que o chefe peça, que vai ter iniciativa, ambicioso, curioso. 
“Acho que esse é o perfil que as empresas buscam independente da área”, comenta Manoela Costa, gerente de recrutamento.

Gustavo Nascimento é professor universitário e trabalha em uma empresa que procura profissionais para o mercado. Muitas vezes ele enxerga estudantes em conflito com o mercado de trabalho. “Desde o primeiro momento ele precisa aprender, ele precisa ter a disponibilidade em saber que depois de quatro a cinco anos ele vai se formar. E cada vez mais cedo as empresas pedem que esses recém formados estejam preparados para o mercado”, alerta o gerente de relacionamento. Um dos maiores desafios para quem está entrando na faculdade agora ou terminando o curso é ter um projeto profissional. É o que as empresas querem no dia a dia e também exigem na hora de contratar. Uma das maneiras de garantir o sucesso profissional lá na frente é começar a pensar nesse projeto no momento em que você pisar na faculdade






quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Profissionais maduros estão em alta no mercado

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/profissionais-maduros-estao-em-alta/51262/

O site referenciado no link acima traz matéria muito interessante sobre uma tendência que vem se instalando a cada dia no mercado de trabalho do Brasil. Trata-se do aumento no número de oportunidades profissionais para colaboradores mais experientes e maduros. 

Essa tendência ocorre principalmente por conta de toda uma transformação que a tecnologia e o perfil dos novos profissionais trouxeram ao mercado como um todo e, como tudo na vida, exigem períodos de adaptações às novas realidades. É nesta etapa do desenvolvimento do mercado de trabalho que estamos vivenciando aqui no Brasil.

Com a melhoria da economia nacional veio também o aumento no número de emprego, gerando consequentemente, necessidade de adaptação das empresas e dos colaboradores às novas demandas. As corporações precisam manter-se aquecidas e para isso é primordial que o país "produza" profissionais qualificados técnica e comportamentalmente. Na prática, não é bem o que podemos observar, pois sabemos que a informática trouxe necessidade de renovação nos procedimentos e processos empresariais e o que podemos identificar é que há uma verdadeira defasagem entre o real e o ideal.

Notamos que os profissionais mais jovens (gerações Y e Z) demonstram muita facilidade em adaptar-se as novidades tecnológicas e sabem muito bem como aproveitar o melhor que cada ferramenta apresenta. Trazendo assim, um potencial produtivo muito grande para as corporações. No entanto, tratam-se de profissionais que acompanham a velocidade dessa tecnologia e que nem sempre tem maturidade e/ou paciência para mostrar seus reais valores a fim de crescer gradualmente, em conjunto com a organização. Esses profissionais esperam resultados imediatos, não estão acostumados a esperar por nada (característica potencializada pela era do móbile) e isso vem refletindo diretamente na estrutura organizacional das corporações, bem como nas demandas pontuais que surgem em decorrência dessa situação. Afinal de contas, sai muito caro para o empregador fazer e refazer processos seletivos para reposição de profissionais que deixam o cargo no meio do desenvolvimento de um projeto, além do desgaste físico e emocional que gera esse processo de seleção. Os profissionais jovens ainda não perceberam (em sua maioria) que é preciso planejar sua carreira pelo menos a médio prazo para poder conquistar o tão desejado sucesso profissional. A instabilidade emocional e profissional tem sido características marcantes dessa geração e isso vem interferindo diretamente no conceito que as organizações estão criando a respeito do perfil desses jovens trabalhadores. Para o empregador, de nada adianta o profissional ser dinâmico e antenado se não há perspectiva que ele se desenvolva junto com os projetos que eles mesmos propõe e iniciam. A continuidade dos processos é fundamental para que os resultados esperados sejam obtidos, tanto por parte do colaborador quanto do empregador. Esses profissionais tem muito a oferecer, principalmente no que diz respeito a tecnologia e inovação e agilidade.

Na contra mão da geração Y e Z vem os profissionais mais maduros e experientes, os chamados "Baby Boomers". Estes, em sua grande maioria, não se atentaram às novidades tecnológicas e aos desafios que essa nova era (digital) traz àos colaboradores e às organizações. Além disso, ainda não fica claro para alguns Baby Boomers quais são as reais vantagens que as ferramentas digitais permitem ao desempenho de suas realizações e muitos deles acabam resistindo a utilização dessas novidades e até menosprezam o potencial dessas ferramentas, em detrimento de sua grande vivência anterior. O fato é que estes profissionais, ao contrário dos mais jovens, já possuem toda uma bagagem emocional, pessoal e profissional e tem muito a contribuir para a melhoria dos processos e procedimentos das empresas. Sua maior contribuição para as organizações é o capital intelectual que tem a oferecer a partir de suas experiências profissionais anteriores e também por vivenciarem eras de transformação no mundo corporativo. Outra característica importante nesse processo que o mercado de trabalho brasileiro está vivenciando, e que os profissionais mais experientes se destacam é em relação a estabilidade profissional. Essa qualidade é de suma importância para que o negócio atinja os resultados esperados.

Na minha opinião, o que está faltando neste momento é o elo de ligação entre os mais jovens e os mais experientes. Os mais jovens acabam exigindo salários altos, incompatíveis com seus experiências e os mais maduros, sentem-se desvalorizados por conta de salários considerados baixos se levado em consideração toda bagagem conquistada ao longo da carreira profissional. É preciso mais humildade de ambas as partes para compreender o todo de um processo organizacional e principalmente,se disponibilizar a correr atrás do desenvolvimento de características complementares aos que já apresenta (sejam técnicos e/ou comportamentais).

Não é pretensão desse post determinar ou indicar qual profissional é mais competente ou promissor mas sim alertar tanto os contratantes quanto os profissionais das gerações X, Y, Z e Baby Boomers de que é importante aliar as diferenças de características nas equipes de trabalho, pois os mais jovens podem ter muito a ensinar para os mais experientes sobre a importância e relevância das ferramentas digitais para os processos empresariais e os mais experientes podem ensinar os mais jovens sobre a importância da postura profissional e dedicação aos objetivos traçados. Além é claro, de ensinar os "atalhos" aprendidos ao longo da carreira e que em muitos casos fazem a diferença entre o sucesso e o insucesso.

Entendo que seja apenas uma questão de tempo para conseguirmos alcançar o equilíbrio ideal e é uma pena que alguns profissionais acabem sendo sacrificados de certa forma, por conta dessa evolução natural no mercado de trabalho do Brasil.

Desejo sucesso a todos,

Daniel van der Broocke Campos de Figueiredo
Supervisor de Interatividade




segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

10 profissões mais felizes e infelizes (segundo os próprios profissionais das áreas)

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI284159-16418,00-AS+DEZ+PROFISSOES+MAIS+FELIZES+E+INFELIZES.html


As lista das profissões com os profissionais mais felizes e mais infelizes
Lista da Forbes mostra que os clérigos são os mais felizes e os diretores de tecnologia são os mais infelizes
Época NEGÓCIOS Online

Ganhar um salário alto é sinônimo de felicidade no trabalho? De acordo com uma lista da Forbes, que elenca as dez carreiras mais felizes e infelizes, a resposta é não.
O ranking, elaborado pela Universidade de Chicago, aponta que a profissão mais feliz é a dos clérigos, enquanto a mais infeliz é a de diretor de Tecnologia da Informação. O dado vai de encontro com pesquisa elaborada pela consultoria norte-americana CareerBliss. Ela aponta que quanto maior o salário, maior a felicidade no trabalho.

Veja a lista completa.
As dez profissões mais felizes

1. Clérigos (padres ou pastores) – eles se dizem totalmente satisfeitos com o trabalho
2. Bombeiros – 80% deles afirmaram estar “muito satisfeitos” com o trabalho, que envolve salvar pessoas.
3. Fisioterapeutas – Interação social e ajudar pessoas aparentemente fazem com que essa seja uma profissão de satisfação pessoal
4. Escritores – para a maioria deles, o pagamento é muito baixo e às vezes até inexistente, mas a autonomia para escrever o que quiserem os deixa felizes
5. Professores de educação especial – profissionais dedicados a educar alunos com deficiência não ganham muito dinheiro, mas isso para eles não é o mais importante
6. Professores – Mesmo com baixos salários, a profissão de mestre continua encantando as pessoas
7. Artistas – Escultores e pintores estão extremamente satisfeitos com a profissão, mesmo com a grande dificuldade de ganhar dinheiro
8. Psicólogos – Parece que esses profissionais se sentem satisfeitos em poder dar outro rumo na vida das pessoas
9. Vendedores de serviços financeiros – 65% deles dizem estar felizes. Eles, no entanto, ganham quantias consideráveis – mais de 90 mil dólares por ano para trabalhar em média 40 horas por semana em um confortável ambiente de trabalho
10. Operários ou “engenheiros de operação” – homens que dirigem tratores, escavadeiras e outras máquinas como essas estão satisfeitos com o trabalho

As dez profissões mais infelizes

1. Diretor de Tecnologia da Informação
2. Diretor de vendas e marketing
3. Gerente de Produtos
4. Desenvolvedor de web sênior
5. Especialista técnico
6. Técnico em Eletrônica
7. Assistente judicial
8. Analista técnico de suporte
9. Operador de CNC (Controle Numérico Computadorizado) - geralmente atuam nas áreas de máquinas e equipamentos e metalurgia
10. Gerente de marketing

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PL do ATO Médico



Informe-se, participe das mobilizações pois é de interesse de toda população brasileira.

30/09/2011 - atualização do processo do PL Do Ato Médico:

http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/noticias/noticia_110929_001.html


CFP participa de audiência pública no Senado que debate Ato Médico (

Uma audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) debateu, nesta quinta-feira (29), com representantes de diversas profissões da saúde o chamado PL do Ato Médico (PLS nº 268/2002 – PLC 7.703/2006).
O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, defendeu, em sua fala, a manutenção do trabalho multiprofissional na saúde. “Para nós a preocupação com o projeto é que ele traz em sua essência o vírus que mata o que tem sido construído ao longo da história da saúde no Brasil, ele acaba com a solidariedade que é tão necessária entre os profissionais da saúde”, disse.
Ele destacou ainda a importância de haver troca entre os diversos profissionais da saúde em prol do melhor atendimento ao cidadão. “O problema central que nos faz estar unidos nesta luta, é que o projeto ainda não tirou do seu conteúdo os pontos que ferem a possibilidade de atendimento integral ao cidadão”, pontuou.
O relator do projeto, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), adiantou durante a audiência, que o projeto que veio da Câmara não será o final. “Não irei apresentar nenhum relatório enquanto não conseguir convencer a todos de que seja a melhor solução”, disse. E completou “Eu, como cidadão, preciso do psicólogo, do farmacêutico, do médico, enfim, de todos os profissionais. Vamos fazer o máximo para que trilhemos o caminho da harmonia”, comprometeu-se.
Os farmacêuticos disseram ser a favor da regulamentação da medicina, mas defenderam o direito da sociedade ter uma saúde integral.
O retrocesso trazido pelo projeto do Ato Médico, bem como a necessidade de diálogo para que todos os lados sejam ouvidos e coloquem suas posições, foram pontos tratados nas falas dos representantes de diferentes áreas da saúde.
O senador José Pimentel (PT-CE) dirigiu os trabalhos da audiência. O tema foi proposto por requerimento dos senadores Randolpe Rodrigues (PSOL-AP) e Inácio Arruda (PCdoB-CE).
De acordo com a agência Senado foram convidados para a audiência: Roberto Luiz D'Avila, do Conselho Federal de Medicina (CFM); Roberto Mattar Cepeda, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Manoel Carlos Neri da Silva, do Conselho Federal de Enfermagem; Jaldo de Souza Santos, do Conselho Federal de Farmácia; Rosane Maria Nascimento da Silva, do Conselho Federal de Nutricionistas; José Lião de Almeida, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde; Ivan Rogério Freitas Sciessere, Presidente do Sindicato Nacional dos Optometristas; Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia; José Luiz Gomes do Amaral, da Associação Médica Brasileira; e Cid Célio Jayme Carvalhaes, da Federação Nacional dos Médicos.