Quer enviar sugestões de temas?

Participe da construção do Serviço de Informe Potencial. Sugira matérias, pautas, envie seus comentários e sugestões.
gruposip@gruposip.com.br
Mostrando postagens com marcador queda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador queda. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Índice de trabalho formal no país caiu 21,8%

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1226392&tit=Numero-de-vagas-formais-caiu-218-em-janeiro


O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no País foi de 118.895 em janeiro, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelaram que foram contratados 1.711.490 trabalhadores no primeiro mês do ano e 1.592.595 foram desligados. O volume de postos criados ficou 21,83% abaixo do resultado de janeiro do ano passado, já atualizado em 152.091 vagas.
Passadas as festas de fim de ano, o comércio foi o setor de atividade que apresentou o pior desempenho no mercado de trabalho formal brasileiro no primeiro mês do ano. Em janeiro, os desligamentos do setor foram 36.345 maiores do que o volume de pessoas contratadas.
O setor de serviços foi o que mais empregou no mês passado: 61.463 postos, já descontadas as demissões. A construção civil foi responsável pela geração de 42.199 vagas no primeiro mês do ano e a indústria de transformação, por 37.462. A agricultura foi capaz de gerar 12.318 postos no período e o setor de serviços industriais de utilidade pública, 974 vagas.
No mês passado, de acordo com o MTE, a área extrativa mineral empregou 1.194 novas pessoas com carteira assinada - já descontadas as demissões. Já a administração pública fechou 370 postos formais no mês passado.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pessimismo na indústria brasileira (Gazeta do Povo)

Otimismo da indústria é o menor desde abril de 2009

Em uma escala onde valores acima de 50 pontos indicam otimismo, a confiança do empresariado chegou a 54,6 pontos, recuando 1,8 pontos em relação ao desempenho do mês anterior
Após ter ficado estável em setembro, o otimismo nas fábricas brasileiras voltou a cair em outubro e chegou ao seu menor patamar desde abril de 2009, segundo o Índice de Confiança do Empresário Indústrial (Icei) divulgado nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em uma escala onde valores acima de 50 pontos indicam otimismo, a confiança do empresariado chegou a 54,6 pontos, recuando 1,8 pontos em relação ao desempenho do mês anterior.

Em relação a outubro do ano passado, a queda foi ainda maior, de 8,2 pontos. Com isso, o indicador completa o sexto mês consecutivo abaixo de sua média histórica, de 59,4 pontos. De acordo com a CNI, a deterioração do Icei em outubro foi puxada pelo desempenho da indústria extrativa, que apresentou o maior recuo no indicador (5,9 pontos).
Ainda assim, é a indústria de transformação que continua demonstrando menos otimismo, seguida pela construção civil. Para o economista da CNI, Marcelo de Ávila, a redução contínua da confiança na indústria se deve à manutenção das perspectivas negativas para a economia mundial, com impacto no setor produtivo brasileiro.

Da mesma forma, a avaliação dos empresários sobre as condições atuais da economia brasileira segue a mesma trajetória de queda, ficando cada vez mais distante da linha divisória dos 50 pontos. Em setembro, essa percepção registrava 48,3 pontos, caindo para 46,5 pontos em outubro. Já a avaliação sobre a situação das empresas recuou do nível estável de 50,4 pontos para o patamar preocupante de 48,4 pontos.
Com isso, as perspectivas para os próximos seis meses também continuaram a piorar, tanto para o rumo da economia nacional quanto para o horizonte de negócios das companhias. O indicador, que havia ficado em 60,4 pontos em setembro, caiu para 58,6 pontos este mês. Para cinco dos 26 setores pesquisados, incluindo a indústria automobilística, o cenário futuro é de franco pessimismo, com índice abaixo dos 50 pontos.